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Pudim Abade de Priscos

Por Carla Rocha

Uma receita do século XIX que ganha cada vez mais adeptos, este Pudim Abade de Priscos é sem dúvida um ex-libris da Doçaria Conventual Portuguesa. Um pudim que tem tanto de saboroso como de calórico, que não sendo para comer todas as semanas, é indispensável na mesa dos portugueses nas ocasiões mais especiais como a Páscoa ou o Natal. Não é uma receita fácil de fazer, uma vez que tem alguma técnica, contudo vou tentar desmistificar esta receita, tornando-a acessível a todos. No instagram deixei os vídeos de todo o processo, para que não perca cada detalhe! Agora só tem que decidir fazer e deliciar-se com este Pudim Abade de Priscos.

Cozido à Portuguesa na Slow Cooker

Por Carla Rocha

O Cozido à Portuguesa é uma receita tradicional que sempre fiz no tacho, por etapas. Desta vez saiu um Cozido à Portuguesa na Slowcooker, onde foi tudo colocado ao mesmo tempo na cuba. Posso dizer-vos que o resultado final, ficou fantástico, bem apurado e delicioso. A versão que aqui lhe apresento, foi feita com as carnes que aqui em casa consumimos, contudo pode ajustar, com o que mais gostar. O mesmo se aplica aos legumes, não usei por exemplo, nabo e a couve que usei, foi a que tinha em casa, couve branca. Faça com o que mais gostar, mas faça! Tenha apenas em atenção a capacidade da sua slowcooker em relação aos ingredientes, a minha é de 6L.

Choco Frito à Moda de Setúbal

Por Carla Rocha

O Choco Frito é um prato bastante apreciado e tradicional da zona de Setúbal. Ao contrário do que se pensa, não é nada difícil de fazer, apenas temos que seguir as indicações básicas e usar choco de boa qualidade. O choco que usei, estava congelado e deixei a descongelar na véspera. Na manhã do dia em que o confecionei, amanhei-o e cortei-o. Deve cortá-lo nas dimensões que desejar, sendo que não deve exceder a grossura de um dedo, para que não fique demasiado grande. Guarde-o no frigorífico até à hora de o preparar (não é necessário temperar previamente). Se usar tiras de choco congeladas, deixe-as descongelar no frigorifico de véspera. Sirva-o acompanhado de gomos de limão, ou se gostar, de uma maionese de limão e coentros, combina muito bem!

Pão de Ló com Ovos Inteiros

Por Carla Rocha

Esta é daquelas receitas que servem para diversos fins, bolo redondo, bolo quadrado, torta, etc… simples assim como na foto ou com adição de chocolate, aroma de limão, o que quiser. A base é esta: pesar os ovos, usar o mesmo peso dos ovos em açúcar e metade do peso em farinha. Desta vez fi-lo num impulso, quando a vontade por doces venceu a inercia e, que bom que foi 😊. Fácil, rápido e deliciosoooo!

Broa de Milho, Trigo e Centeio

Por Carla Rocha

Esta Broa foi feita juntamente com a Broa com Chouriço, a massa é a mesma, apenas não lhe adicionei chouriço. Fica bem saborosa e com uma crosta super crocante. A minha mãe prefere-a assim, sem o chouriço, diz que lhe sabe mais a broa, já a Joana, sem chouriço não lhe pega. Já eu gosto de qualquer forma. Há que agradar a todos!

Broa com Chouriço

Por Carla Rocha

Hoje foi dia de broa cá em casa. Fiz broa com e sem chouriço. Esta broa é feita com três farinha distintas: milho amarelo, centeio integral e trigo e tendo milho, tem a particularidade de se ‘cozer’ a farinha no início do processo com água a ferver. É uma etapa que tem que ser feita com calma e que até custa um pouco, pela temperatura que temos que suportar, mas nada impossível, faço-o sem problema, só custa mesmo no início. Aqui para a broa de chouriço tive um percalço, pois pensei que tivesse mais chouriço e tenha apenas meio, pelo que usei também chourição. Na receita coloquei a quantidade de chouriço necessária. Também para fazer a broa que vêm na foto, amassei massa com 1 kg de farinhas, tendo dividido a massa ao meio na hora de colocar o chouriço. As quantidades que aqui estão na receita, são para uma broa como a da foto.

Folar de Valpaços

Por Carla Rocha

Desde que vim morar para o norte do país que adotei este folar na Páscoa, não fosse eu fã assumida de enchidos 😉. A massa é uma massa fofa, que cresce bastante, alternada com camadas de carnes e enchidos fumDesde que vim morar para o norte do país que adotei este folar na Páscoa, não fosse eu fã assumida de enchidos 😉. A massa é uma massa fofa, que cresce bastante, alternada com camadas de carnes e enchidos fumados, onde o presunto e o salpicão assumem o papel principal. Quando o faço em Olhão, coloco fatias finas de toucinho gordo. Aqui na Maia como não o tenho, coloquei barriga fumada, que por sinal adoro. As quantidades que aqui indico dão para dois folares médios, ou um grande, sendo que o grande, aconselho a fazer como o tradicional, isto é, abrir a massa, espalhar as carnes por cima e depois enrolar. Vai depois a cozer num tabuleiro de barro ou pirex, cujas paredes não devem ter mais de 8cm de altura, para que o folar cresça e abra um pouco para os lados. Eu optei por fazer os meus em separado, isto é, 500g de farinha e respetivos ingredientes, de cada vez, para que pudesse amassar tudo na batedeira.ados, onde o presunto e o salpicão assumem o papel principal. Quando o faço em Olhão, coloco fatias finas de toucinho gordo. Aqui na Maia como não o tenho, coloquei barriga fumada, que por sinal adoro. As quantidades que aqui indico dão para dois folares médios, ou um grande, sendo que o grande, aconselho a fazer como o tradicional, isto é, abrir a massa, espalhar as carnes por cima e depois enrolar. Vai depois a cozer num tabuleiro de barro ou pirex, cujas paredes não devem ter mais de 8cm de altura, para que o folar cresça e abra um pouco para os lados. Eu optei por fazer os meus em separado, isto é, 500g de farinha e respetivos ingredientes, de cada vez, para que pudesse amassar tudo na batedeira.

Folar Algarvio de Bater

Por Carla Rocha

Este folar leva-me de volta à minha infância e ao Montenegro (Faro), onde vivi até aos 8 anos. Sempre foi o folar preferido do meu pai. Embora em casa o que entrasse mais fosse o folar de Olhão que a minha avó Juliana fazia como ninguém, tinha que haver sempre um folar destes para o meu pai e com ovo cozido dentro, senão nem era folar 😊. Da família, pelo menos que eu me recordo, quem o fazia era a tia Alzira. É um folar um pouco diferente, pois não leveda e é feito na batedeira ao invés de ser amassado. Tem sabor forte a especiarias, erva doce e canela que eu tanto adoro. Tenham apenas atenção ao encher a forma, não passem mesmo dos 2/3, senão acontece-vos o que me aconteceu a mim e que podem ver no vídeo. Eu aviso, mas depois não cumpro! O que interessa é que este folar está divinal e vai estar na nossa mesa de Páscoa.

Xarém com Conquilhas

Por Carla Rocha

Este é um dos pratos favoritos da Joana e não é nada fácil fazê-lo em nossa casa. Só foi possível porque trouxe para a Maia, conquilhas congeladas, que foram congeladas bem frescas, logo depois de apanhadas, o que faz com que mantenham o seu sabor original. O sabor ficou igual, até parecia que estávamos em Olhão!

Bolo Rainha I

Por Carla Rocha

Esta foi uma receita que encontrei aqui na rede há alguns anos atrás e que desde então, adotei-a como sendo o Bolo Rainha que faço aqui em casa. Este bolo difere do Bolo Rei, no facto de não ter frutos cristalizados nem passas, o que eu gosto, mas que muitas pessoas não gostam, fazendo com que seja melhor aceite entre os comensais. Podem usar os frutos secos que mais gostarem e claro, podem usar a massa para fazer outros tipos de bolos! Na sua preparação pode usar os robot’s de cozinha, ou pode fazer todo o processo manual.