Tag: #tradicional

Choco Frito à Moda de Setúbal

Por Carla Rocha

O Choco Frito é um prato bastante apreciado e tradicional da zona de Setúbal. Ao contrário do que se pensa, não é nada difícil de fazer, apenas temos que seguir as indicações básicas e usar choco de boa qualidade. O choco que usei, estava congelado e deixei a descongelar na véspera. Na manhã do dia em que o confecionei, amanhei-o e cortei-o. Deve cortá-lo nas dimensões que desejar, sendo que não deve exceder a grossura de um dedo, para que não fique demasiado grande. Guarde-o no frigorífico até à hora de o preparar (não é necessário temperar previamente). Se usar tiras de choco congeladas, deixe-as descongelar no frigorifico de véspera. Sirva-o acompanhado de gomos de limão, ou se gostar, de uma maionese de limão e coentros, combina muito bem!

Pão de Ló com Ovos Inteiros

Por Carla Rocha

Esta é daquelas receitas que servem para diversos fins, bolo redondo, bolo quadrado, torta, etc… simples assim como na foto ou com adição de chocolate, aroma de limão, o que quiser. A base é esta: pesar os ovos, usar o mesmo peso dos ovos em açúcar e metade do peso em farinha. Desta vez fi-lo num impulso, quando a vontade por doces venceu a inercia e, que bom que foi 😊. Fácil, rápido e deliciosoooo!

Broa de Milho, Trigo e Centeio

Por Carla Rocha

Esta Broa foi feita juntamente com a Broa com Chouriço, a massa é a mesma, apenas não lhe adicionei chouriço. Fica bem saborosa e com uma crosta super crocante. A minha mãe prefere-a assim, sem o chouriço, diz que lhe sabe mais a broa, já a Joana, sem chouriço não lhe pega. Já eu gosto de qualquer forma. Há que agradar a todos!

Broa com Chouriço

Por Carla Rocha

Hoje foi dia de broa cá em casa. Fiz broa com e sem chouriço. Esta broa é feita com três farinha distintas: milho amarelo, centeio integral e trigo e tendo milho, tem a particularidade de se ‘cozer’ a farinha no início do processo com água a ferver. É uma etapa que tem que ser feita com calma e que até custa um pouco, pela temperatura que temos que suportar, mas nada impossível, faço-o sem problema, só custa mesmo no início. Aqui para a broa de chouriço tive um percalço, pois pensei que tivesse mais chouriço e tenha apenas meio, pelo que usei também chourição. Na receita coloquei a quantidade de chouriço necessária. Também para fazer a broa que vêm na foto, amassei massa com 1 kg de farinhas, tendo dividido a massa ao meio na hora de colocar o chouriço. As quantidades que aqui estão na receita, são para uma broa como a da foto.

Folar de Valpaços

Por Carla Rocha

Desde que vim morar para o norte do país que adotei este folar na Páscoa, não fosse eu fã assumida de enchidos 😉. A massa é uma massa fofa, que cresce bastante, alternada com camadas de carnes e enchidos fumados, onde o presunto e o salpicão assumem o papel principal. Quando o faço em Olhão, coloco fatias finas de toucinho gordo. Aqui na Maia como não o tenho, coloquei barriga fumada, que por sinal adoro. As quantidades que aqui indico dão para dois folares médios, ou um grande, sendo que o grande, aconselho a fazer como o tradicional, isto é, abrir a massa, espalhar as carnes por cima e depois enrolar. Vai depois a cozer num tabuleiro de barro ou pirex, cujas paredes não devem ter mais de 8cm de altura, para que o folar cresça e abra um pouco para os lados. Eu optei por fazer os meus em separado, isto é, 500g de farinha e respetivos ingredientes, de cada vez, para que pudesse amassar tudo na batedeira.

Folar Algarvio de Bater

Por Carla Rocha

Este folar leva-me de volta à minha infância e ao Montenegro (Faro), onde vivi até aos 8 anos. Sempre foi o folar preferido do meu pai. Embora em casa o que entrasse mais fosse o folar de Olhão que a minha avó Juliana fazia como ninguém, tinha que haver sempre um folar destes para o meu pai e com ovo cozido dentro, senão nem era folar 😊. Da família, pelo menos que eu me recordo, quem o fazia era a tia Alzira. É um folar um pouco diferente, pois não leveda e é feito na batedeira ao invés de ser amassado. Tem sabor forte a especiarias, erva doce e canela que eu tanto adoro. Tenham apenas atenção ao encher a forma, não passem mesmo dos 2/3, senão acontece-vos o que me aconteceu a mim e que podem ver no vídeo. Eu aviso, mas depois não cumpro! O que interessa é que este folar está divinal e vai estar na nossa mesa de Páscoa.

Xarém com Conquilhas

Por Carla Rocha

Este é um dos pratos favoritos da Joana e não é nada fácil fazê-lo em nossa casa. Só foi possível porque trouxe para a Maia, conquilhas congeladas, que foram congeladas bem frescas, logo depois de apanhadas, o que faz com que mantenham o seu sabor original. O sabor ficou igual, até parecia que estávamos em Olhão!

Bolo Rainha I

Por Carla Rocha

Esta foi uma receita que encontrei aqui na rede há alguns anos atrás e que desde então, adotei-a como sendo o Bolo Rainha que faço aqui em casa. Este bolo difere do Bolo Rei, no facto de não ter frutos cristalizados nem passas, o que eu gosto, mas que muitas pessoas não gostam, fazendo com que seja melhor aceite entre os comensais. Podem usar os frutos secos que mais gostarem e claro, podem usar a massa para fazer outros tipos de bolos! Na sua preparação pode usar os robot’s de cozinha, ou pode fazer todo o processo manual.

Pudim de Ovos

Por Carla Rocha

Este é um delicioso Pudim Caseiro ou Pudim de Ovos, cuja receita é da Filipa Gomes. Aquele pudim tradicional, caseirinho, como a minha mãe fazia. As medidas estão em chávenas e são iguais para todos os ingredientes. O uso do leite gordo é obrigatório, pois dá mais ‘corpo’ ao pudim. Tenham atenção que para fazer o caramelo, é necessário algum tempo, eu pensei que fosse mais rápido! O uso de ovos caseiros, confere uma cor mais bonita ao pudim.

Pão de Ló Tradicional

Por Carla Rocha

O pão de ló é um dos meus bolos preferidos. Este que aqui vos apresento, é cozido em alguidar de barro, tapado por outro alguidar. Para forrar o alguidar, uso papel cavalinho de tamanho A3. Gosto ainda mais, quando tenho ovos caseiros, pois fica com uma cor mais vibrante. Eu tenho dois truques para obter um pão de ló, ainda mais perfeito, usar ovos à temperatura ambiente, colocar o pão de ló quente, num saco de plástico até arrefecer.